Hoje é o Dia Internacional da Cerveja! Você sabe como ele surgiu?

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Hoje é o Dia Internacional da Cerveja! Comemorado atualmente em mais de 50 países, acontece sempre na 1a. sexta-feira do mês de agosto e é celebrado em vários bares, restaurantes, pubs, shows por todo o mundo. Até porque comemorar dia da cerveja não é uma tarefa árdua, não é mesmo?

O Dia Internacional da Cerveja tem até um propósito oficial declarado, que é:

1) Juntar-se com amigos e aproveitar a delícia que é uma cerveja.

2) Celebrar os homens e mulheres dedicados que fabricam e servem nossa cerveja.

3) Levar o sentimento de união a todo o mundo sob a bandeira cervejeira, celebrando as cervejas de todas as nações e culturas neste dia memorável.

Mas você sabe como surgiu o Dia Internacional da Cerveja?
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Curry de peito de frango com milho verde no leite de coco – e o significado do prato “Curry”

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Muita gente reclama que peito de frango é uma carne muito sem gosto e que não pega tempero fácil. Realmente para fazer um filé de peito de frango grelhado eu indico deixar numa marinada de temperos por pelo menos algumas horas, ideal que seja pelo menos de um dia pro outro. Mas nem sempre a gente consegue se planejar com tanta antecedência, né? Eu pelo menos faço muito comida de minuto, decidida em cima da hora com o que tem na geladeira e na despensa. Esse curry de frango no leite de coco foi um esses pratos surgidos da inspiração que brota na minha mente no momento em que a luz da geladeira acende hehehe

Para quem não sabe, o prato “curry” não necessariamente leva o tempero curry em si. Curry é na verdade um nome bem genérico para qualquer prato que tenha peixe, frango ou vegetais cozidos num molho apimentado e com temperos indianos, que podem ser o cominho, cardamomo, gengibre, curry ou pimenta. Nesse caso usei a pimenta, que lá em casa sempre tem em fartura de quantidade e tipo! Todo mundo, do marido às crianças é fã de pimenta lá em casa, então posso usar e abusar desse condimento! Mas se você não gosta não tem problema, pode suprimir da receita que vai ficar muito bom também. Continue lendo…

Waffles caseiros sem gluten e sem lactose

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Quando postei a foto desse waffle sem gluten e sem lactose no instagram do Temperaria (se você ainda não segue corre lá: @temperaria) muita gente entrou em contato pedindo a receita. Waffle é bom demais, sem gluten e sem lactose e só com gordura do bem, quer mais alguma coisa?

No dia seguinte tive que fazer a receita de novo para meus vizinhos queridos que adoraram a ideia e pediram para fazer um café da manhã coletivo de domingo (adoro!). Foi sucesso total! E é tão fácil de fazer que realmente não tem motivo para não fazer para a família, os vizinhos, os amigos, cachorro, periquito e papagaio! :P Continue lendo…

Creme de brócolis com batata doce e gorgonzola, uma homenagem ao dia de todos os dias!

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É impressionante como segunda-feira é o dia de basicamente tudo. Dia oficial de começar dieta, dia de começar novos projetos, de entrar na academia. Dia da segunda-feira sem carne, dia da preguiça. Em homenagem a todos esses dias resolvi compartilhar aqui uma receita que agrada a todos os gostos: para quem está de dieta, não come carne e está com preguiça. Que beleza!

Esse creme de brócolis com batata doce e gorgonzola fica pronto num piscar de olhos, dá pouquíssimo trabalho e fica simplesmente uma delícia! Eu comi puro em formato de sopinha mesmo, mas acho que também cai bem acompanhando um peixe ou frango grelhado. Já entrou para a lista das minhas sopas-creme preferidas e tenho certeza que vai entrar para a sua também! Continue lendo…

Restaurante Mee, o novo e decepcionante pan-asiático do Copacabana Palace (RJ)

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Desde quando o restaurante Mee abriu no início do ano no Copacabana Palace, no lugar do antigo Bar do Copa, estava curiosa para fazer uma visita e experimentar os pratos da casa. Muito estardalhaço foi feito na mídia, com várias resenhas em jornais e revistas especializadas, além de alguns blogs convidados (todo mundo falando muito bem, aliás). Eu, particularmente, não gostei, e vou explicar o porquê.

IMG_20140718_231200Vou começar com o ponto positivo: depois de seis meses de obras a casa realmente ficou linda, com uma decoração sóbria e bem bacana. A estrela para mim é o sushi bar, todo em pedra ônix com iluminação interna, lindíssimo. O atendimento é muito cortês, principalmente da hostess que nos acomodou no sushi bar e rapidamente nos conseguiu uma mesa mesmo estando sem reserva. Às vezes parecer que o garçom que atendia nossa mesa estava bastante perdido (perguntava duas vezes as escolhas, trouxe a conta errada, etc).

O restaurante é comandado pelo chef executivo Rafael Hidaka, que estava na casa quando fomos numa sexta-feira à noite. O currículo do chef é bastante impressionante para seus 31 anos de idade, tendo passado por restaurantes de peso como o premiadíssimo Murakami  no Kinoshita, além de ter morado no Japão, Peru e Argentina. Mas o cardápio foi criado pelo super-famoso chef Ken Hom, que vive entre a França e a Tailândia, onde comanda o restaurante Maison Chin Bangkok. Além disso é vencedor de diversos prêmios culinários e  tem seu próprio programa no canal BBC e 36 livros publicados em diversas línguas.

Com todo esse know-how e o título de primeiro restaurante pan-asiático do Rio de Janeiro, além de estar dentro do tradicionalíssimo Copacabana Palace, esperava uma comida requintada, com raízes em diferentes países de comidas asiáticas sensacionais além do Japão e da China, como Mongólia e Tailândia. Não foi o que eu encontrei.

No mínimo 80% do cardápio consiste nos pedidos que podem ser feitos no Sushi Bar. Mas fato é que existem maravilhosos restaurantes japoneses na cidade e ir para o Mee para comer sushi ou sashimi, por mais que sejam muito bem feitos, para mim é uma enorme decepção. O restante do cardápio também não encantou. Vamos às nossas escolhas. Continue lendo…

Risoto de quinoa com funghi secchi – o que é, origem e informações nutricionais da quinoa

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Quinoa. Quinua. O melhor e mais completo alimento. O cereal milagroso. A proteína em grão. O super alimento.

São tantos os adjetivos atribuídos à quinoa nos últimos anos que fica difícil não se interessar por esse grão que vem lá dos Andes. Sua história descende do império Inca, onde era venerado como símbolo religioso pelos Aymarás, Quéchuas e outras etnias menores. Apesar da destruição do império Inca pelos espanhóis em meados do século XVI, os agricultores andinos mantiveram seu cultivo e consumo, que veio a se espalhar para os países vizinhos e depois pelo mundo séculos depois, após o ano 2000.

Considerada por muitos nutricionistas como a melhor fonte de proteína disponível no reino vegetal, a Quinoa também é fonte de carboidrato de baixo índice glicêmico (evita a produção de insulina, retarda a fome, diminui o nível de açúcar no sangue), é rica em fibras, ômega 3 e 6  (gordura boa, aumenta os níveis de HDL protegendo o coração), sais minerais, cálcio, ferro (mais do que o feijão) e vitaminas. Além disso ainda está super na moda dos produtos sem glúten, sendo livre o seu consumo por celíacos e intolerantes.

E mesmo com tudo isso eu ainda não tinha me aventurado no mundo da quinoa. E depois de experimentá-la eu me pergunto POR QUE?? Foi paixão à primeira vista! É incrível como cozinhar com quinoa é versátil, tendo em grãos, flocos e farinha disponíveis à venda em muitos lugares. Sim, é verdade, não é barata, mas rende bastante. A primeira receita que fiz foi essa aqui do risoto de quinoa com funghi secchi e posso dizer que foi de comer de joelhos. Além de ser uma delícia, é bem fácil de fazer e não precisamos ficar no fogão mexendo o tempo inteiro como um risoto feito de arroz. Bom demais, fala a verdade! Continue lendo…

Cassoulet de feijão branco com linguiça calabresa artesanal flambada no uísque

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cassoulet_4O cassoulet é conhecido aqui no Brasil como “a feijoada branca”, por ser um prato feito à base de feijão branco e carnes variadas. Muitas versões diferentes de cassoulet rodam a internet, mas a versão tradicional dela leva carne de porco e pato (alguns lugares na França também acrescentam ganso e cordeiro). O prato francês tem origem dividida entre as cidades de Castelnaudary, Carcassone e Toulouse, que a Larousse Gastronomique chama de “Santíssima Trindade do Cassoulet”, e é uma excelente opção para esses dias mais frios.

Dizem que o cassoulet surgiu durante a guerra dos cem anos, sendo um prato feito com todas as reservas de carne disponíveis para alimentar os soldados que combatiam na guerra. Começou sendo feito com favas, que foram substituídas pelo feijão branco. Lá na França o cassoulet é um prato tradicional e único, mas aqui no Brasil é muito comum comê-lo ao estilo feijoada, acompanhado de arroz branco soltinho (para desespero dos franceses). Continue lendo…